Tratamento Especializado de Cálculos Biliares
Os cálculos biliares, popularmente conhecidos como "pedra na vesícula", são formações sólidas que se desenvolvem na vesícula biliar. Podem ser assintomáticos ou causar sintomas significativos e até complicações graves.
A Dra. Thaís Figueiredo, gastroenterologista especializada, oferece diagnóstico e tratamento desta condição com investigação completa e orientação sobre o melhor tratamento.
O que são Cálculos Biliares?
Os cálculos biliares são formações sólidas (pedras) que se desenvolvem na vesícula biliar, um pequeno órgão localizado abaixo do fígado que armazena a bile. Podem ser:
- Cálculos de colesterol: Os mais comuns, formados principalmente por colesterol
- Cálculos de pigmento: Formados por bilirrubina
Fatores de Risco
Os principais fatores de risco incluem:
- Sexo feminino: Mulheres têm maior risco
- Idade: Mais comum após os 40 anos
- Obesidade: Aumenta o risco de formação de cálculos
- Perda rápida de peso: Pode aumentar o risco
- Gravidez: Múltiplas gestações aumentam o risco
- Diabetes: Pessoas com diabetes têm maior risco
- Histórico familiar: Pode haver componente genético
- Dieta rica em gordura e colesterol
Sintomas dos Cálculos Biliares
Muitas pessoas com cálculos biliares não apresentam sintomas. Quando há sintomas, podem incluir:
- Cólica biliar: Dor intensa no lado direito superior do abdome, que pode irradiar para as costas ou ombro direito
- Dor que aparece após refeições gordurosas: Geralmente algumas horas após comer
- Náuseas e vômitos: Podem acompanhar a dor
- Icterícia: Amarelamento da pele e olhos (quando há obstrução do ducto biliar)
- Febre: Pode indicar complicações como colecistite (inflamação da vesícula)
Complicações dos Cálculos Biliares
Se não tratados adequadamente, os cálculos biliares podem causar:
- Colecistite: Inflamação aguda da vesícula biliar
- Coledocolitíase: Cálculos que migram para o ducto biliar comum
- Pancreatite: Quando um cálculo obstrui o ducto pancreático
- Infecções: Infecções graves da vesícula ou ductos biliares
Diagnóstico Especializado
A Dra. Thaís Figueiredo realiza investigação completa para diagnosticar cálculos biliares, incluindo:
- Anamnese detalhada: Entendimento completo dos sintomas
- Exame físico: Avaliação do abdome
- Ultrassom abdominal: O exame mais comum para detectar cálculos biliares
- Exames laboratoriais: Para avaliar função hepática e detectar complicações
- Exames de imagem adicionais: Quando necessário, tomografia ou ressonância magnética
Tratamento Especializado
O tratamento dos cálculos biliares depende de vários fatores:
Cálculos Assintomáticos:
- Observação: Se não causam sintomas, pode ser apenas observação
- Acompanhamento regular: Monitoramento para detectar se desenvolvem sintomas ou complicações
Cálculos Sintomáticos:
- Colecistectomia: Remoção cirúrgica da vesícula biliar é o tratamento mais comum e eficaz
- Medicamentos: Em casos selecionados, podem ser usados medicamentos para dissolver cálculos, mas com eficácia limitada
- Tratamento de complicações: Quando há colecistite ou outras complicações, tratamento específico pode ser necessário
Vida Após a Remoção da Vesícula
A maioria das pessoas vive bem sem a vesícula biliar. A Dra. Thaís Figueiredo orienta sobre:
- Adaptação digestiva: O organismo se adapta à ausência da vesícula
- Alimentação: Algumas pessoas podem precisar de ajustes na dieta inicialmente
- Acompanhamento: Monitoramento quando necessário
Prevenção
A Dra. Thaís Figueiredo orienta sobre prevenção:
- Manter peso adequado: Evitar obesidade
- Perda de peso gradual: Se necessário perder peso, fazer de forma gradual
- Dieta balanceada: Alimentação equilibrada, evitando excesso de gordura
- Atividade física regular
Agende Sua Consulta
Se você tem sintomas sugestivos de cálculos biliares ou já foi diagnosticado, agende uma consulta com a Dra. Thaís Figueiredo para uma avaliação completa e orientação sobre o melhor tratamento.
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1. European Association for the Study of the Liver. EASL Clinical Practice Guidelines on the prevention, diagnosis and treatment of gallstones. J Hepatol. 2016, 65(1):146-181
